Parece que estamos cada vez mais perto de tornar a arte de participar em provas à pirata em algo legal.
Para quem não sabe participar à pirata consiste em ir às provas sem estar inscrito.

Há vários tipos de piratas.

O fotocopiador – É o Alves dos Reis das provas, fotocopia dorsal do amigo.
O modo treino – Não se inscreve porque não vai fazer o percurso todo, só 50%.
O sovina – Não se inscreve porque acha a prova cara.
O residente – Visto praticar desporto regularmente na zona da prova, não se inscreve porque considera ter direito a usufruir gratuitamente do percurso.
O casa de papel – Imprime o seu próprio dorsal com um número inventado.
O profissional – Não se inscreve, mas leva vestido o equipamento da equipa que representa e marca-a nos vídeos piratas que realiza.

Na realidade, isto é uma forma de alavancar a economia desportiva nacional e assim, todos ganham.

Poupam as equipas nas inscrições dos seus atletas, e poupam as entidades que organizam as provas em prémios de finisher. Só não poupam nos abastecimentos, porque embora piratas o corpinho precisa de energia.

Espero que isto se torne socialmente aceitável em breve, e que apareça rapidamente um circuito nacional de provas Pirata Friendly.